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terça-feira, 4 de junho de 2013

Banco Central lança novas cédulas de R$ 2 e R$ 5 no 2º semestre

O Banco Central prepara o lançamento das novas cédulas de R$ 2 e R$ 5 para o segundo semestre deste ano. O anúncio foi feito pelo chefe-adjunto do Departamento do Meio Circulante do BC, Luiz Ernani Marques Acciolly, na última segunda-feira.

Para facilitar a identificação de portadores de deficiência visual, a nova nota de R$ 2 tem como marca tátil uma barra inclinada, enquanto a de R$ 5 possui uma barra horizontal. As novas cédulas também passaram por tratamento para aumentar sua vida útil.

As novas notas completam o projeto Segunda Família do Real, iniciado em 2010 com a substituição das cédulas de R$ 50 e 100, e depois ampliado para as notas de R$ 20 e R$ 10.

Atualmente, as cédulas da Segunda Família representam 55% das notas em circulação, somando cerca de R$ 165 bilhões.

REAL

Fonte: Folha de São Paulo

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Bovespa pede explicações às Lojas Americanas sobre pedido de falência

A BMF&Bovespa solicitou nesta terça-feira (9) às Lojas Americanas esclarecimentos sobre um suposto requerimento de falência da empresa, feito pela companhia Athenabanco, que forneceu serviços de análise de crédito e acompanhamento de contas a receber e a pagar para a varejista.

A ação está sendo julgada na 4ª Vara Empresarial da cidade do Rio de Janeiro.

"A BM&FBovespa está consultando a empresa sobre requerimento de falência veiculado na imprensa em 09/10/2012", informou a Bolsa em nota.

Procurada, a Lojas Americanas informou que o Tribunal de Justiça do Rio ainda não disponibilizou acesso ao processo.

Em nota, a empresa diz que "todos os valores, negociados por fornecedores da companhia com a factoring Athenabanco, que a empresa tem conhecimento, estão pagos."

A empresa afirmou, também, que os valores não são significativos e não comprometem a saúde financeira da empresa.

Com mais de 80 anos de história, a rede tem quase 700 lojas no país, além de três centros de distribuição. Na internet, a marca atua com o mesmo nome por meio da empresa B2W, na qual o grupo Lojas Americanas detêm participação de 58,87%.

No primeiro semestre, o grupo alcançou uma receita líquida de R$ 5 bilhões e um lucro líquido de R$ 78,7 milhões.

Com o mercado em queda, as ações da empresa sofreram com a notícia e fecharam em baixa de 2,78% (preferenciais) e 1,76% (ordinárias), enquanto o Ibovespa encerrou o dia desvalorizado em 0,64%.

Fonte: Folha de São Paulo

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Governo vai prorrogar IPI menor para carro por mais dois meses

O governo decidiu prorrogar por mais dois meses a alíquota menor de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para produção veículos. O benefício, que vigora desde maio, terminaria na próxima sexta-feira. A avaliação da equipe econômica é que, apesar do recorde de vendas em julho (364 mil unidades), o setor ainda mantém estoque elevados e, retirar a medida agora poderia levar a um retrocesso, com impactos negativos nos empregos.

Para evitar prejuízos para as vendas no fim de semana, o anúncio oficial da prorrogação somente deverá ocorrer na próxima semana. As montadoras estão fazendo campanhas publicitárias para alertar o consumidor que o benefício está acabando.

De acordo com dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), com o IPI reduzido, as vendas diárias subiram de 12 mil em maio para 16 mil em agosto. No mês passado, a medida foi bastante questionada, depois que a GM anunciou que demitiria funcionários em uma das fábricas de São José dos Campos.

A notícia irritou a presidente Dilma Rousseff, que cobrou como contrapartida a manutenção dos empregos. Depois de intensas reuniões entre representantes da empresa, do governo (Ministérios da Fazenda e do Trabalho) e o Sindicato dos trabalhadores no local, as demissões foram adiadas.

Fonte: Meio Norte

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Cliente poderá trocar moeda estrangeira em caixas eletrônicos

Operações de compra e venda de moeda estrangeira poderão ser feitas em máquinas semelhantes aos caixas eletrônicos usados para saques no país.

Decisão do CMN (Conselho Monetário Nacional) desta quinta-feira (26) autoriza que instituições que já realizam operações de câmbio, como bancos e corretoras, instalem essas máquinas em locais de grande circulação de turistas.

Cada operação terá limite máximo de US$ 3.000. A máquina fará a troca de moedas em cédulas --ou seja, o consumidor terá de inserir notas de real para sacar dólar ou vice-versa, por exemplo.

Será preciso ter um cartão de bandeira internacional para realizar a operação. Isso servirá para identificar a pessoa que estiver trocando moedas, o que é obrigatório no Brasil. Não será possível comprar moeda estrangeira no cartão.

"Não se trata de saque com cartão. A pessoa terá que introduzir cédulas de dólar para retirar cédulas de real ou vice e versa", exemplificou Geraldo Magela, secretário-executivo do BC (Banco Central).

O objetivo da medida é facilitar a troca de moeda estrangeiras devido ao esperado aumento de turistas no país devido à realizção da Copa em 2014 e da Olímpiada em 2016 no Brasil.

"Essas máquinas vão funcionar 24 horas, inclusive nos fins de semana, justamente para atender as pessoas quando as instituições não estiverem funcionando", disse Magela.

Ele diz que cerca de 2 mil dessas máquinas já são utilizadas em quase toda a Europa. Elas podem trocar qualquer moeda, mas o mais provável é que o bancos e corretoras ofereçam apenas as moedas mais negociadas, como dólar e euro.

A decisão do CMN precisa ser regulamentada pelo BC (Banco Central), o que deve ser feito na próxima semana, segundo Magela. O início do uso das máquinas, no entanto, vai depender do interesse dos bancos.

O CMN aprovou nesta quarta-feira também outra medida para aumentar as opções de troca de moeda. Agora, bancos e corretoras poderão contratar qualquer empresa como correspondente cambial. Antes, apenas empresas do setor de turismo registradas no Ministério do Turismo podiam ser contratadas.

"Uma loja de roupas em um hotel, por exemplo, poderá ter uma pessoa para vender e comprar moeda estrangeira", explicou Magela.

Fonte: Folha de São Paulo

terça-feira, 17 de julho de 2012

Orçamento prevê salário mínimo de R$667,75

A Comissão Mista de Orçamento aprovou na tarde desta terça-feira (17) o texto-base da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) 2013, que estabelece as metas e prioridades da administração federal para o próximo ano. Os parlamentares precisam ainda votar 352 destaques (sugestões de mudanças que podem alterar o teor do texto principal aprovado). A previsão é de que o projeto da LDO seja votado pelo plenário do Congresso ainda nesta terça.

No cenário econômico previsto na LDO, o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) será de 5,5%, totalizando R$ 5,03 trilhões, em 2013. O superávit primário previsto para o período é de R$ 155,9 bilhões para o setor público, sendo R$ 47,8 bilhões de responsabilidade de Estados e municípios. A dívida líquida do setor público, no ano que vem, deve ficar em 32,5% do PIB e o salário mínimo a partir de 1º de janeiro de 2013 é de R$ 667,75.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Itaú e BMG se unem em acordo bilionário para empréstimos consignados

O Itaú Unibanco (ITUB4) anunciou nesta terça-feira em fato relevante um contrato de associação com o Banco BMG, visando à oferta, distribuição e comercialização de créditos consignados.

A joint-venture (associação entre empresas para estabelecer ou desenvolver um novo negócio) será chamada de Banco Itaú BMG Consignado, na qual o Itaú Unibanco deterá o controle com 70% no capital social total e votante, e o BMG deterá os 30% restantes.

O capital social inicial da joint-venture será de R$ 1 bilhão. A intenção dos dois bancos é que a associação no prazo de 90 dias.

Por um prazo de cinco anos, O Itaú Unibanco proverá parte dos recursos financeiros para a operação de crédito consignado do BMG, no valor mensal de até R$ 300 milhões.

Em nota, o Itaú afirma que "contribuirá com sua capacidade econômico-financeira, experiência administrativa e de controles e o BMG contribuirá com sua competência comercial e operacional, além da plataforma tecnológica necessária ao desenvolvimento das atividades da empresa".

Fonte: UOL Economia

sábado, 7 de julho de 2012

Governo costura plano para baixar conta de energia elétrica

O governo federal deve enviar ao Congresso duas novas medidas para reduzir o custo da energia elétrica no país.

Uma delas terá efeito no curto prazo: retirar encargos da tarifa. A outra, de médio prazo, visa exigir preço mais baixo na renovação das concessões das distribuidoras, transmissoras e geradoras, que vencem até 2015.

A avaliação do governo é que o custo da energia é um dos principais entraves à competitividade da indústria e desestimula investimentos.

Setores que usam muita energia, como o de alumínio, têm cogitado transferir a produção para o Paraguai, o que o governo quer evitar.

Em reunião recente com empresários, Dilma disse, diante de ministros da área econômica, que tinha pressa e orientou sua equipe a formatar uma proposta o mais rápido possível.

A parte técnica está praticamente fechada e deve ser submetida à presidente na próxima semana.

A indústria esperava que as mudanças chegassem ao Congresso antes do dia 17, início do recesso, mas o prazo pode ser estendido.

CORTANDO ENCARGOS

Um problema é que o governo não tem poder sobre o tributo que mais onera a conta de luz, o ICMS, de competência estadual e responsável por cerca de 20% do custo.

A arma que resta no momento à presidente é alterar os encargos, uma de suas promessas de campanha.

Hoje, os 11 encargos representam mais de 8% dos R$ 100 bilhões arrecadados anualmente pelo setor elétrico.

O governo quer mexer em pelo menos dois: a Conta de Consumo de Combustível, que subsidia a geração de energia em regiões isoladas do país, e a Conta de Desenvolvimento Energético, usada para bancar projetos estratégicos e de eletrificação rural. Juntos, os dois representam 5% da tarifa.

CONCESSÕES

Nas últimas semanas, o governo tem trabalhado no modelo de renovação das concessões. Pela lei em vigor, ao fim do contrato, as atuais concessionárias têm de vencer um novo leilão ou devolver os ativos à União.

O argumento do governo para propor a mudança e permitir a renovação, sob a condição de redução na tarifa, é que os investimentos já foram pagos, e a nova tarifa não precisa mais embutir a amortização desses custos.

Até 2015, 9 transmissoras, 47 distribuidoras e 67 geradoras terão os contratos expirados. A expectativa dos grandes consumidores industriais é que os projetos reduzam o preço da energia em até 12%.

Fonte: Folha de São Paulo

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Itaú e Bradesco lideram ranking de maiores bancos do país; BB passa Santander

Itaú Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil, Santander e Caixa são os cinco maiores bancos no Brasil em termos de patrimônio líquido ajustado. Juntas, as cinco instituições registraram um lucro líquido ajustado de US$ 25,1 bilhões no último ano -- cerca de R$ 51,8 bilhões. Os dados são do levantamento “Exame – Melhores e Maiores de 2012”, que deve ser publicado em julho.

Patrimônio líquido ajustado de uma empresa é a soma de bens, valores, créditos e semelhantes, menos suas obrigações com terceiros (dívidas de curto e longo prazos), e descontados os efeitos da inflação.

O primeiro e o segundo lugar não tiveram mudança de 2011 para 2012. Já o terceiro lugar passou a ser ocupado pelo BB, não mais pelo Santander.

Itaú Unibanco manteve-se na liderança, com um patrimônio líquido ajustado de US$ 38,4 bilhões (cerca de R$ 79,3 bilhões). Em segundo, aparece o Bradesco, com patrimônio líquido ajustado de US$ 31,1 bilhões (cerca de R$ 64,2 bilhões).

O Banco do Brasil passou o Santander e assumiu a terceira posição, com patrimônio líquido ajustado de US$ 28,9 bilhões (cerca de R$ 59,7 bilhões), contra US$ 27,1 bilhões (cerca de R$ 55,9 bilhões) do concorrente espanhol.

Já o quinto maior banco brasileiro em 2012 é o mesmo que em 2011: a Caixa Econômica Federal, com patrimônio líquido ajustado de US$ 10,6 bilhões (cerca de R$ 21,9 bilhões).

O HSBC foi outro que avançou, do 7º para o 6º lugar, trocando de posição com o Banco Votorantim.

O Votorantim teve o maior prejuízo (-US$ 288 milhões) entre os 50 maiores, pelo critério lucro líquido ajustado.

A revista “Exame – Melhores e Maiores de 2012” tem previsão de chegar às bancas em 5 de julho.

Fonte: UOL Economia

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Salário mínimo nacional de R$ 622,00 já está em vigor

Entrou em vigor no domingo (1º) o reajuste do salário mínimo, que passa de R$ 545 para R$ 622, um aumento de R$ 77. O novo salário mínimo corresponderá a R$ 20,73 por dia e o valor pago pela hora de trabalho será de R$ 2,83.

De acordo com cálculos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o aumento de 14,13% vai injetar R$ 47 bilhões na economia brasileira. Descontada a inflação estimada para 2011, o aumento real do salário mínimo deve ser de 9,2%.

Ainda segundo o Dieese, 48 milhões de pessoas têm sua renda vinculada ao valor do salário mínimo e, portanto, serão diretamente beneficiadas com o aumento. O governo também passará a arrecadar R$ 22,9 bilhões a mais devido ao aumento do consumo causado pelo reajuste.

O novo salário mínimo de R$ 622 terá impacto de R$ 23,9 bilhões nas contas públicas em 2012. De acordo com governo, a maior parte desse montante corresponde aos benefícios da Previdência Social no valor de um salário mínimo que serão responsáveis pelo aumento de R$ 15,3 bilhões nas despesas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

O método de reajuste do salário mínimo foi definido por meio de medida provisória aprovada pelo Congresso. A lei que fixa a política de reajuste do salário mínimo estabelece que o valor será reajustado, até 2015, com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes.

Também começou a valer no domingo o reajuste de 14,12% no valor do benefício do seguro-desemprego. Com isso, o valor máximo pago ao trabalhador passa de R$ 1.010,34 para R$ 1.163,76.

O benefício é pago em, no máximo, cinco parcelas de forma contínua ou alternada. Quem, nos últimos três anos, trabalhou entre seis meses e 11 meses recebe três parcelas. Aqueles que trabalharam entre 12 meses e 23 meses recebem quatro parcelas e quem comprovar vínculo empregatício de, no mínimo, 24 meses, recebe cinco parcelas.

Tem direito ao seguro-desemprego o trabalhador dispensado sem justa causa, que tenha recebido salários consecutivos no período de seis meses anteriores à data de demissão e tenha sido empregado de pessoa jurídica por pelo menos seis meses nos últimos 36 meses.

O trabalhador tem do sétimo dia ao 120º dia após a data da demissão do emprego para requerer o benefício.

Fonte: Agência Brasil