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domingo, 3 de fevereiro de 2019

Zuckerberg admite: WhatsApp será unido ao Instagram e Messenger

Na última semana, o New York Times divulgou que o Facebook tinha planos de unir o WhatsApp ao Instagram e Messenger, outros serviços da companhia, criando um ambiente compartilhado de envios e recebimentos de mensagens entre todas as redes sociais da empresa. Agora, a estratégia foi confirmada por Mark Zuckerberg, dono da companhia. 

Durante uma conferência após divulgar o lucro do Facebook nesta semana, o executivo-chefe da rede social confirmou que está fazendo planos de criar uma única plataforma para troca de mensagens entre diversos aplicativos da "família Facebook". 

Em conversa com investidores, Zuckerberg apontou que a combinação do WhatsApp com o Messenger e Instagram está em estágios iniciais, de acordo com o The Verge. Portanto, não espere que isso aconteça antes de 2020. 

Ainda estamos muito cedo na integração que estamos pensando. Tem muita coisa ainda para a gente decidir sobre isso. 

Mark Zuckerberg 

O fundador do Facebook ainda disse que um dos possíveis benefícios desse plano é expandir a criptografia de ponta-a-ponta presente, por exemplo, no WhatsApp. Assim, um usuário do Messenger poderia enviar uma mensagem criptografada para um usuário do WhatsApp ou vice-versa. 

Você é o produto: cada passo que você dá na web gera rastros e essas informações são usadas para te vigiar e influenciar o seu comportamento. 

A intenção é criar uma experiência de iMessage - o serviço de mensagens do iPhone - entre os múltiplos aplicativos. O executivo-chefe apontou que isso resolveria alguns buracos na comunicação - um usuário vendendo produtos no Facebook, por exemplo, teria resolvida a questão de ter que abrir um diferente aplicativo para conversar pelo WhatsApp. 

É claro que por trás da estratégia do Facebook, que já mostrou repetidas vezes que de santo não tem nada, provavelmente está a intenção de expandir a base de usuários dos diferentes serviços ao tornar possível que todos compartilhem o mesmo ambiente. É possível que com isso a rede social ache novas formas de lucrar com o WhatsApp, por exemplo. 

Não se sabe como, contudo, o Facebook poderia fazer essa junção - se usuários, por exemplo, passariam a ser obrigados a fornecer número de telefone no Facebook para ligar com o WhatsApp ou afins. Cada rede social, por enquanto, é única, apesar de permitir compartilhamentos entre si. 

Já gera polêmica 

A novidade nem bem foi anunciada e explicada, mas já gera polêmica. Na Europa, a liderança regulatória de proteção de dados do Facebook solicitou à companhia uma atualização urgente sobre os planos de integrar a infraestrutura dos três aplicativos de mensagem. 

Em comunicado postado no seu site, a Comissão Irlandesa de Proteção de Dados afirmou que "propostas anteriores de compartilhamento de dados entre as companhias do Facebook geraram preocupações sérias sobre a proteção de dados e a Comissão vai assegurar antes que essas preocupações sejam levadas em conta pelo Facebook ao desenvolver essa proposta". 

2018, o ano que a casa caiu para o Facebook

Recentemente, tanto Instagram quanto WhatsApp viram seus principais fundadores deixarem as companhias. Segundo o site Tech Crunch, os fundadores do Instagram resolveram sair por causa de tensões crescentes resultantes de uma redução de independência. 

Brian Acton, um dos fundadores do WhatsApp, disse que o Facebook o treinou para dizer na Europa que seria "muito difícil" que a companhia combinasse os dados do WhatsApp e Facebook na época da aprovação da compra. Dois anos depois a rede social acabou ligando contas nas duas plataformas, o que resultou em multa de US$ 122 milhões da Comissão Europeia por promover informação "incorreta ou enganosa". 

Agora, o Facebook espera ir além ao fazer uma unificação total de uma plataforma entre diversos serviços de mensagens separados. A rede social havia prometido aos fundadores na época das aquisições autonomia, mas, segundo o New York Times, Zuckerberg mudou de ideia e passou a acreditar que a integração vai aumentar a utilidade de cada um e impedir que usuários abandonem cada serviço. 

Segundo o Facebook afirmou ao Tech Crunch, sua intenção é "construir a melhor experiência de mensagem que podemos, e as pessoas querem que as mensagens sejam rápidas, simples, confiáveis e privadas".

Fonte: UOL Notícias

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Justiça concede liminar para restabelecer aplicativo WhatsApp no Brasil

Uma decisão desta quinta-feira (17) do Tribunal de Justiça de São Paulo determinou o restabelecimento do aplicativo de mensagens WhatsApp no Brasil. As operadoras de telefonia móvel ainda vão ser notificadas da determinação.

De acordo com a decisão do desembargador Xavier de Souza, "em face dos princípios constitucionais, não se mostra razoável que milhões de usuários sejam afetados em decorrência da inércia da empresa" em fornecer informações à Justiça.

Com isso, a Justiça atende um pedido feito pela Oi nesta quarta-feira (16).

"Tão logo recebeu a ordem de bloqueio, a companhia tomou todas as providências para cumprir a medida e realizou o bloqueio em sua rede conforme a decisão judicial, mas também decidiu recorrer contra a decisão, para preservar os interesses de seus consumidores", informou a operadora, por meio de notas. As outras empresas de telefonia móvel também começaram a restabeler o acesso. 

Retorno imediado do app

 "Cumprimos a ordem para bloquear e para desbloquear. Independentemente de termos prejuízo em relação à nossa imagem, por cumprir tudo que a justiça brasileira determina", diz Eduardo Levy, presidente do SindiTeleBrasil, ao G1. As empresas cumpriram imediatamente o que a Justiça determinou. Usuários de Claro, Tim e Vivo relataram o retorno.

Em nota publicada no site do Tribunal de Justiça de São Paulo, o desembargador afirma ainda que considera o aumento do valor da multa uma solução adequada, "para inibir eventual resistência da impetrante".

Isso porque, segundo o TJ-SP, o WhatsApp não atendeu a uma determinação judicial de 23 de julho de 2015. A empresa foi notificada mais uma vez em 7 de agosto, com uma multa fixada em caso de não cumprimento.

O WhatsApp não atendeu à determinação novamente, de acordo com o TJ-SP. Por isso, "o Ministério Público requereu o bloqueio dos serviços pelo prazo de 48 horas, com base na lei do Marco Civil da internet". 

O caso

Na quarta-feira (16), as principais operadoras de telefonia móvel do Brasil foram intimadas pela Justiça a bloquear o WhatsApp em todo o território nacional por 48 horas. O bloqueio começou a valer à 0h de quinta (17).

O recebimento da determinação judicial foi confirmado pelo Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviços Móvel Celular e Pessoal, o SindiTelebrasil, que representa as operadoras Vivo, Claro, Tim, Oi, Sercomtel e Algar.

A Justiça em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, determinou a derrubada do WhatsApp por 48 horas por causa da investigação de uma quadrilha de roubo a banco e caixas eletrônicos, de acordo com o SPTV.

Segundo o SPTV, a determinação judicial foi uma punição ao Facebook, dono do WhatsApp, que não liberou mensagens usadas pelos criminosos no aplicativo para a investigação policial. A quadrilha é investigada há dois meses.

A Justiça havia autorizado a interceptação das conversas pelo WhatsApp para investigar a facção criminosa que também tem envolvimento com o tráfico de drogas. A decisão foi da  juíza da 1ª Vara Criminal de São Bernardo, Sandra Marques, que tinha autorizado e determinado o grampo oficial e ainda estabeleceu multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento.

Como o WhatsApp não se manifestou, a multa já estaria em R$ 6 milhões, de acordo com o SPTV. Diante disso, a polícia e o Ministério Público (MP) pediram a interrupção do serviço à Justiça, que concordou. 

Histórico

Essa não é a primeira tentativa de bloquear o WhatsApp no país. Em fevereiro, um juiz de Teresina (PI) determinou que as operadoras suspendessem temporariamente o acesso ao app de mensagens.

O motivo seria uma recusa do WhatsApp em fornecer informações para uma investigação policial que vinha desde 2013.

Fonte: G1

WhatsApp bloqueado: Zuckerberg diz que 'este é um dia triste' para o Brasil

Mark Zuckerberg, cofundador e presidente-executivo do Facebook, comentou nesta quinta-feira (17) o bloqueio do WhatsApp no Brasil e disse que este é "um dia triste para o país". Em mensagem publicada em seu perfil, ele também citou que está "trabalhando duro para reverter a situação" (leia, abaixo, a íntegra do comunicado). 

O Facebook enviou uma mensagem aos celulares dos usuários dizendo: "Estamos trabalhando para restaurar o WhatsApp. Enquanto isso, use o Messenger".

Usuários de três operadoras de telefonia móvel do Brasil – Claro, Tim e Vivo – relataram que o WhatsApp saiu do ar no final da noite desta quarta-feira (16). Os relatos começaram por volta de 23h30.

As principais operadoras de celular do país foram intimadas pela Justiça a bloquear o aplicativo de mensagens em todo o território nacional por 48 horas, a partir da 0h desta quinta (17). 

Decisão da Justiça

O recebimento da determinação judicial foi confirmado pelo Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviços Móvel Celular e Pessoal, o SindiTelebrasil, que representa as operadoras Vivo, Claro, Tim, Oi, Sercomtel e Algar.

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) afirma que a decisão partiu da 1ª Vara Criminal de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, e corre em segredo de justiça em uma ação criminal.

Segundo o TJ-SP, o WhatsApp não atendeu a uma determinação judicial de 23 de julho de 2015. A empresa foi notificada mais uma vez em 7 de agosto, com uma multa fixada em caso de não cumprimento.

O WhatsApp não atendeu à determinação novamente, de acordo com o TJ-SP. Por isso, "o Ministério Público requereu o bloqueio dos serviços pelo prazo de 48 horas, com base na lei do Marco Civil da internet".

Eduardo Levy, presidente do SindiTeleBrasil, diz que as operadoras são obrigadas a atender a determinação e que não é do interesse delas bloquear o WhatsApp no país. "Temos interesse em regras que sejam mais leves para o setor", disse Levy ao G1. 

Histórico

Essa não é a primeira tentativa de barrar o aplicativo no país. Em fevereiro, um juiz de Teresina (PI) havia determinado que as operadoras suspendessem temporariamente o acesso ao WhatsApp.

O motivo seria uma recusa do app em fornecer informações para uma investigação policial que vinha desde 2013. 

Leia, abaixo, a íntegra da mensagem de Mark Zuckerberg: 

Hoje à noite, um juiz brasileiro bloqueou o WhatsApp para mais de 100 milhões de usuários do aplicativo no país.

Estamos trabalhando duro para reverter essa situação. Até lá, o Messenger do Facebook continua ativo e pode ser usado para troca de mensagens.

Este é um dia triste para o país. Até hoje o Brasil tem sido um importante aliado na criação de uma internet aberta. Os brasileiros estão sempre entre os mais apaixonados em compartilhar suas vozes online.

Estou chocado que nossos esforços em proteger dados pessoais poderiam resultar na punição de todos os usuários brasileiros do WhatsApp pela decisão extrema de um único juiz.

Esperamos que a justiça brasileira reverta rapidamente essa decisão. Se você é brasileiro, por favor faça sua voz ser ouvida e ajude seu governo a refletir a vontade do povo.

‪#‎ConectaBrasil‬ ‪#‎ConecteoMundo‬

Fonte: G1

Justiça determina bloqueio do WhatsApp em todo o Brasil por 48 horas

As principais operadoras de telefonia móvel do Brasil foram intimadas pela Justiça nesta quarta-feira (16) a bloquear o aplicativo de mensagens WhatsApp em todo o território nacional por 48 horas. O bloqueio vale a partir da 0h de quinta-feira (17).

O recebimento da determinação judicial foi confirmado pelo Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviços Móvel Celular e Pessoal, o SindiTelebrasil, que representa as operadoras Vivo, Claro, Tim, Oi, Sercomtel e Algar.

O Tribunal de Justiça de São Paulo afirma que a decisão partiu da 1ª Vara Criminal de São Bernardo do Campo e corre em segredo de justiça em uma ação criminal. Segundo o TJ-SP, o WhatsApp não atendeu a uma determinação judicial de 23 de julho de 2015. A empresa foi notificada mais uma vez em 7 de agosto, com uma multa fixada em caso de não cumprimento.
O WhatsApp não atendeu à determinação novamente, de acordo com o TJ-SP. Por isso, "o Ministério Público requereu o bloqueio dos serviços pelo prazo de 48 horas, com base na lei do Marco Civil da internet".

Eduardo Levy, presidente do SindiTeleBrasil, diz que as operadoras são obrigadas a atender a determinação e que não é do interesse delas bloquear o WhatsApp no país. "Temos interesse em regras que sejam mais leves para o setor", disse Levy.

Fonte: G1

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Anatel libera venda de Chips da TIM, Claro e Oi

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) decidiu liberar a venda de Chips das operadoras TIM, Claro e Oi. A medida começa a valer a partir de amanhã.

A punição começou a vigorar há 11 dias e proibiu a comercialização de novos chips por uma das três maiores empresas do setor em cada Estado. A escolhida para sofrer a sanção foi a companhia com pior índice de qualidade da região.

Os critérios usados, segundo a Anatel, foram: os números de reclamações dos usuários, o percentual de chamadas em curso que foram interrompidas e de ligações que nem chegam a ser completadas.

"As empresas devem investir R$ 20 bilhões nos próximos dois anos, são investimento em qualidade", disse o presidente da Anatel, João Rezende.

Segundo Rezende, cerca de R$ 4 bilhões são decorrentes da cautelar emitida pela agência e que suspendeu as vendas. O valor teria vindo tanto de novos investimento das empresas, quanto antecipação ou remanejamento de verba.

"Vamos trabalhar diariamente para acompanhar as melhorias", disse o presidente da agência.

A aferição dos resultados, no entanto, será realizada de três em três meses, sendo que a primeira etapa está marcada para o dia 31 de outubro.

"Temos que ter consciência que o serviço não vai melhorar amanhã. Mas num curtíssimo prazo. No Call Center estimamos que 30 dias e, na parte de rede, de infraestrutura, serão necessários de quatro a seis meses", completou Rezende.

"A ação da agência foi preventiva, no sentido de, se não tivéssemos feito nada, o serviço continuaria como estava há duas semanas. Os indicadores mostravam que, a médio prazo, os usuários poderiam ter um prejuízo maior", disse Bruno Ramos, superintendente de serviços privados da Anatel.

"As empresas ainda têm capacidade de suportar novos usuários, mas queríamos com essa medida, inverter a tendência de subida no número de reclamações", completou.

A Vivo ainda não apresentou plano de melhorias da qualidade para Anatel. Apesar de não ter sido suspensa em nenhum Estado do país, a empresa também terá de mostrar à agência que pretende investir e melhorar o atendimento ao usuário. De acordo com a agência, a empresa ainda tem tempo hábil para entregar o documento.

Se alguma das empresas não cumprir as metas de qualidade que foram propostas à agência, a operadora poderá voltar a ter a venda suspensa. A Anatel, no entanto, ainda não definiu qual será o valor de multa a ser aplicada por causa do descumprimento.

Em cada Estado, as empresas deverão seguir uma série de metas de melhorias para atender. De acordo com Bruno Ramos, superintendente de serviços privados da Anatel, esses dados estarão disponíveis no site da agência.

DESAFIOS

De acordo com o presidente do João Maria Medeiros, presidente do Sinagências (Sindicato dos Funcionários de Agências de Regulação), todos os servidores responsáveis pela fiscalização da Anatel estão participando da greve dos servidores das agências reguladoras, o que significa que não haverá pessoal para acompanhar a retomada das vendas e o cumprimento dos planos pelas operadoras.

"Nós até podemos negociar isso com o governo, mas eles precisam entrar em contato conosco e fazer o pedido. Até agora o que temos é que não haverá fiscalização", disse.

Durante todo o período em que as vendas estiveram suspensas, a Anatel recebeu denúncias, feitas inclusive pela imprensa, de que a venda de chips continuava ocorrendo em diversas partes do país.

O superintendente de serviços privados da Anatel, Bruno Ramos, responsável pela cautelar, chegou a defender, na ocasião, que os relatos eram pontuais e que, em todo caso, a habilitação da linha pela operadora estava suspensa.

Portanto, o simples fato do consumidor ter conseguido comprar o chip não significaria que a linha seria ativada. Em caso de descumprimento, a multa seria de R$ 200 mil por dia.

PRESSÃO

Conforme a Folha antecipou, a agência pretendia comunicar a retomada das vendas até o fim desta semana.

A Anatel vinha sofrendo pressões por parte do governo, que havia estipulado prazo de 15 dias para resolver a questão, e por parte das teles, preocupadas com as vendas de aparelhos e chips para o Dia dos Pais.

A data é comemorada no próximo dia 12 e está entre as três mais importantes para o setor, ao lado do Natal e do Dia das Mães.

"É importante que a população possa ter acesso a todas as opções, para escolher melhor. Por isso, quanto mais cedo vier a liberação, melhor. Que seja, no mais tardar, nessa sexta-feira [amanhã]", disse Eduardo Levy, diretor-executivo do Sindtelebrasil, que reúne as empresas do setor.

GABINETES

Nesta semana, os representantes das companhias passaram por todos os gabinetes dos conselheiros e apresentaram planos de metas para melhoria da qualidade dos serviços.

Sem o acompanhamento da imprensa, que não foi informada dos horários das audiências, as empresas tiveram trânsito livre para adequar os documentos aos desejos da Anatel.

A medida da reguladora exigia a aprovação prévia dos projetos antes que vendas fossem liberadas.

As três teles punidas representam 70% do mercado e teriam até o dia 17 para entregar os planos.

Em comunicados ao mercado publicado no final desta tarde, Oi e Claro informaram já estarem prontas para que suas lojas voltem a funcionar normalmente a partir de amanhã nos Estados em que foram suspensas.

A Oi disse que "considera positivo o anúncio da Anatel" e ressaltou que apresentou um plano de R$ 24 bilhões em investimentos até 2015 para as melhorias em rede a atendimento.

Já a Claro informou que "antecipou o investimento de R$ 6,1 bilhões que serão aplicados até o final de 2013 no país", um aumento de 34%, e ressaltou que "o mercado brasileiro sempre foi prioridade para o grupo América Móvil".

Fonte: Folha de São Paulo

sábado, 14 de julho de 2012

Serviço de internet grátis no celular começa a ser testado no DF neste sábado

O governo brasileiro começa a testar neste sábado (14) um serviço que oferecerá internet grátis – de páginas específicas – a usuários de telefones celulares. Os testes serão feitos em São Sebastião (DF) durante 15 dias, com 80 usuários selecionados pelo Governo Federal (eles não têm o hábito de acessar a internet e são pessoas que se encaixam no perfil de programas sociais).

O projeto Banda Larga 0800 propõe que os destinatários – as organizações responsáveis pelas páginas acessadas – paguem pelo acesso do usuário. Esses domínios terão a extensão ".0800.br" e poderão ser acessados via plataformas móveis, por clientes pré e pós-pagos, das operadoras Claro, Oi, Tim e Vivo.

Na fase inicial de testes, o site participante é o http://bandalarga.0800.br/, com informações sobre transporte público, oferta de emprego, programação cultural, concursos públicos e apostilas. Futuramente, a tecnologia será oferecida a bancos e lojas interessados em atrair clientes.

No período de experiência, o Ministério das Comunicações fará questionário aos usuários para conhecer as dificuldades de navegação e aceitação da tecnologia.

Fonte: Agência Brasil

sexta-feira, 13 de julho de 2012

TIM lança plano de banda larga fixa residencial de 25 mega

A TIM Fiber, subsidiária do grupo da operadora de celular, anunciou nesta sexta-feira (13) que entrará no mercado de banda larga residencial com a oferta de um plano de velocidade de 25 megabits por segundo (Mbps) por uma assinatura mensal de R$ 109.

O serviço, batizado de Live TIM, está sendo oferecido inicialmente apenas nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, sem taxa de instalação, cláusulas de fidelização ou multas ao contrato. Segundo a operadora, a oferta é válida até 31 de agosto, com cobrança a partir somente de setembro.

A TIM fornecerá acesso à internet por meio de cabos de fibra ótica de uma rede de 5.500 km que pertencia a AES Atimus, empresa adquirida em novembro de 2011 pela operadora por R$ 1,5 bilhão.  A banda larga chegará até o poste da rua ou prédio, onde será instalado um conversor. A partir de então, será usada a rede convencional de cobre para fazer o serviço chegar até dentro das residências, onde será instalado um conversor.

A empresa garante, porém, que está oferecendo um produto em média até 10 vezes mais rápido do que o oferecido atualmente pela concorrência.

"Nossa estratégia não é entrar em guerra de preço. É ter um preço semelhante ao que se tem hoje no mercado, mas entregando muito mais do que tem sido oferecido", disse o presidente da TIM Faber, Rogerio Takayanagi. "A gente entende que não existe banda larga de verdade que não seja de pelo menos 25 Mbps", acrescentou.

Segundo o executivo, o grande diferencial do serviço em relação à concorrência é a qualidade da infraestrutura adquirida da AES Atimus e arquitetura da tecnologia desenvolvida, que permite altas velocidades mesmo utilizando uma rede de cobre entre o poste e a residência.

De acordo com Takayanagi, é a distância entre a residencial e a central de banda langa que impede que clientes das operadoras concessionárias recebam em muitos bairros mais de 2 Mbps. "80% dos domicílios do Rio e São Paulo estão numa distãncia de até 400 metros da nossa fibra ótica", explica.

Meta de 1 milhão de clientes até 2016

A meta da operadora é atingir 1 milhão de clientes até 2016, o que representará uma participação de mercado entre 18% e 20%. "Acreditamos que até o final do ano já podemos ter entre 50 e 70 mil assinantes", avaliou Takayanagi.

Segundo a empresa, 56 mil interessado sno serviço já se cadastraram no site do Live TIM e a banda larga já está sendo instalada para cerca de 2 mil clientes que aceitaram as condições comerciais oferecidas.

Fonte: G1

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Venda de banda larga popular, a R$35,00 mensais, deve começar em três meses

No prazo de até 90 dias, as empresas de telefonia fixa deverão iniciar a oferta de internet banda larga a R$ 35 mensais, com velocidade de 1 Mbps (megabit por segundo). O prazo para o começo do chamado PNBL (Plano Nacional de Banda Larga) foi definido nesta quinta-feira (30), em uma reunião entre o Ministério das Comunicações e as operadoras Telefônica, Oi, Sercomtel e CTBC.

Antes disso, outros prazos haviam sido dados para o início do plano, sem serem cumpridos: julho, abril e dezembro de 2010 – a promessa inicial era que 100 cidades estariam conectadas à internet rápida pelo PNBL até o final do ano passado. De acordo com a Telebras, as primeiras localidades a receber o plano serão Samambaia (DF), Recanto das Emas (DF), Santo Antônio do Descoberto (GO), Anápolis (GO), Senador Canedo (GO) e Aparecida de Goiânia (GO).