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sexta-feira, 17 de junho de 2016

CNJ lança navegador pré-configurado para uso do PJe

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) disponibiliza a partir desta sexta-feira (17/6) o aplicativo Navegador PJe, uma versão customizada do navegador Mozilla Firefox, desenvolvida especificamente para uso do PJe instalado nos tribunais de todo o país e no CNJ. O objetivo é tornar mais fácil a utilização do sistema pelo usuário que não possui profundos conhecimentos em Tecnologia da Informação.

Por ser uma ferramenta pré-configurada, o usuário do Navegador PJe não precisará checar as versões de programas, plug-ins e outros softwares instalados em seu computador, pois o aplicativo incluirá sempre todos os pré-requisitos para acesso ao sistema. Anteriormente, ao acessar o PJe, muitas vezes era necessário que o usuário fizesse atualizações ou alterasse as configurações em seu computador.

“A vantagem do Navegador PJe é que ele já vem preparado para o uso do sistema”, afirma o juiz auxiliar da Presidência e gestor de Projetos de Informática do CNJ, Bráulio Gusmão. “Hoje é preciso que o usuário esteja atento à atualização do Java do navegador, à configuração do navegador e a outros detalhes que acabam exigindo conhecimentos que às vezes o usuário não tem. Além disso, são detalhes que às vezes tomam tempo do usuário”, explica.

As atualizações do navegador, segundo o gestor de Projetos de Informática do CNJ, serão feitas de forma automática. “Customizamos o aplicativo para usar o PJe e, a partir dele, o usuário poderá ir a qualquer PJe no Brasil de forma fácil e rápida”, diz o juiz Bráulio Gusmão.

A novidade foi bem recebida pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). “Estimo que cerca de 60% das dificuldades enfrentadas pelos advogados decorrem das diferenças de configuração entre o equipamento utilizado e o que é requerido pelo sistema. Com um navegador que se destina exclusivamente ao uso do PJe, as demais configurações do computador dos advogados ficam preservadas, sem que isso influencie no uso do PJe”, explica Frederico Preuss Duarte, presidente da Comissão Especial de Direito da Tecnologia da Informação do Conselho Federal da OAB.

Clique aqui para baixar o Navegador PJe. 

Fonte: CNJ

terça-feira, 26 de abril de 2016

CNJ recomenda usuários do PJe a não instalarem nova versão do Java

Os usuários do Processo Judicial Eletrônico não devem instalar a nova versão do Java (versão 8.91) em seus computadores. De acordo com o Conselho Nacional de Justiça, a nova versão pode causar bloqueio de acesso ao PJe.

O problema foi identificado pelo Departamento de Tecnologia da Informação e Comunicação do CNJ nessa segunda-feira (25/4). De acordo com o órgão, a atualização impede o carregamento do applet de assinatura e o login no navegador Firefox, impedindo assim o acesso à tramitação processual desejada.

Ao todo, a Justiça brasileira tem 7,4 milhões de ações judiciais tramitando por meio do Processo Judicial Eletrônico. Atualmente, o sistema é utilizado por 44 tribunais e em 2.561 órgãos julgadores — entre varas, turmas, câmaras e outras unidades judiciárias.

Fonte: CNJ

domingo, 10 de janeiro de 2016

Para juízes estaduais, audiências de custódia são "extremamente retrógradas"

Juízes estaduais fizeram nova investida contra as audiências de custódia nesta quinta-feira (7/1). A Associação Nacional dos Magistrados Estaduais (Anamages) ajuizou uma ação no Supremo Tribunal Federal para questionar a constitucionalidade da resolução que regulamenta as audiências. Para a entidade, elas são “extremamente retrógradas e trazem pouca ou nenhuma vantagem às partes envolvidas”.  

No mesmo dia, a associação foi ao Conselho Nacional de Justiça pedir a suspensão dos efeitos da norma, diante da “inconstitucionalidade formal” alegada no STF. No Supremo, o relator é o ministro Dias Toffoli.

As audiências de custódia são o carro-chefe da administração do ministro Ricardo Lewandowski à frente do CNJ. 

Trata-se da obrigação de apresentar os presos em flagrante a um juiz no prazo de 24 horas, para que ele decida sobre a necessidade da prisão ou sobre a aplicação de medidas alternativas. É uma forma de coibir a tortura policial e de evitar que prisões se estendam durante mais tempo que o necessário.

De acordo com dados do CNJ, as audiências evitaram 15 mil prisões em 2015, quando foram implantadas, resultando numa economia de R$ 40 milhões aos cofres públicos. A prática já foi implantada em todos os estados do Brasil e conta com a adesão de tribunais regionais federais.

Embora haja um projeto de lei em trâmite no Senado para regulamentar a prática, hoje só existe a Resolução 213 do CNJ tratando das audiências de custódia. E, para a Anamages, o texto “tem efeitos diretos sobre a jurisdição dos juízes estaduais”.

O Supremo já declarou a constitucionalidade das audiências em duas ocasiões. A primeira, numa ADI ajuizada contra a resolução editada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. O STF disse, então, que o texto apenas regulamentava o que já dizia o Código de Processo Penal. A segunda, na ADPF em que o Supremo concedeu liminar ao Psol para reconhecer o estado inconstitucional de coisas em que se encontra o sistema penitenciário brasileiro.

Para os juízes estaduais, no entanto, apesar dessas decisões, elas são “extremamente retrógradas e trazem pouca ou nenhuma vantagem às partes envolvidas”.

Conforme diz a Anamages na ação desta quinta, as audiências foram criadas durante a ditadura militar, “ocasião em que serviam para coibir as práticas de torturas e execuções realizadas pelas Forças Armadas”. No entanto, segundo a Anamages, isso aconteceu “num momento histórico muito distinto do vivido hoje”.

“Naquela época, no Brasil, grande parte dos delegados de polícia não era concursada. Ou seja, não tinha formação acadêmica nem comprovação de mérito”, escreveu o presidente da Anamages, Magid Nauef Láuar, em artigo na Folha de S.Paulo. “Hoje, mais de 45 anos depois, há uma mudança completa nas situações política e jurídica no país”, concluiu.

Os juízes também alegam inconstitucionalidade por vício de iniciativa. Isso porque, segundo a entidade que os representa, as audiências são tema de Direito Processual Penal, o que só pode ser regulado por lei de iniciativa da União, conforme o artigo 22, inciso I, da Constituição Federal.

A Anamages reconhece que não se trata de ato legislativo, e sim de ato administrativo, mas afirma que a resolução do CNJ tem “evidente caráter normativo e vinculativo”. 

Clique aqui para ler a petição inicial.

ADI 5.448

Fonte: Conjur

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Advogado escreve receita de pamonha para provar que juiz não lê os autos

Uma notícia publicada no portal JusBrasil ganhou grande repercussão nas redes sociais com muitos compartilhamentos e comentários a respeito do trabalho da Justiça brasileira. Só na publicação inicial foram mais de 150 comentários ironizando, criticando e tentando justificar o ato do advogado que escreveu uma receita de pamonha na petição para provar que juiz não lê os autos.

“Nossas petições nunca são lidas com a atenção necessária. A maior prova disso será demonstrada agora, pois se somos tratados como pamonhas, nada mais justo do que trazer aos autos a receita desta tão famosa iguaria. Rale as espigas ou corte-as rente ao sabugo e passe no liquidificador”, diz um trecho da petição do advogado que não quis se identificar. 

Leia a íntegra do que foi escrito na petição: 

“Senhores julgadores, espero que entendam o que faço nestas pequenas linhas, e que não seja punido por tal ato de rebeldia, mas há tempos os advogados vem sendo desrespeitados pelos magistrados, que sequer se dão ao trabalho de analisar os pleitos que apresentamos. Nossas petições nunca são lidas com a atenção necessária. A maior prova disso, será demonstrada agora, pois se somos tradados como pamonhas, nada mais justo do que trazer aos autos a receita desta tão famosa iguaria. Rale as espigas ou corte-as rente ao sabugo e passe no liquidificador, juntamente com a água, acrescente o coco, o açúcar e mexa bem, coloque a massa na palha de milho e amarre bem, em uma panela grande ferva bem a água, e vá colocando as pamonhas uma a uma após a fervura completa da água, Importante a água deve estar realmente fervendo para receber as pamonhas, caso contrário elas vão se desfazer. Cozinhe por mais ou menos 40 minutos, retirando as pamonhas com o auxílio de uma escumadeira.”

Imagem:
advogado receita pamonha 
Fonte: Pragmatismo Político

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

SerasaJud já pode ser solicitado pelos tribunais brasileiros

O Conselho Nacional de Justiça e a Serasa Experian lançaram o sistema SerasaJud, aplicação que otimiza o trabalho dos magistrados para remeter ordens judiciais para retirada do nome dos cidadãos do cadastro de inadimplentes em razão de registros indevidos. 

Atualmente, esta demanda gera cerca de 28 mil ofícios em papel por mês que serão convertidos em ofícios eletrônicos de tramitação simplificada. O sistema já pode ser solicitado pelos tribunais brasileiros. 

Outra funcionalidade do SerasaJud é a inclusão, por meio de decisão judicial, do nome de devedores como meio de coerção para satisfação de débito. A ferramenta atende regra do novo Código de Processo Civil, que no parágrafo terceiro do artigo 782 determina que, “a requerimento da parte, o juiz pode determinar a inclusão do nome do executado em cadastros de inadimplentes”. Outra vantagem do SerasaJud é agilizar o acesso do Judiciário ao banco de dados cadastrais de pessoas físicas e jurídicas da Serasa, auxiliando a efetividade da execução das decisões judiciais.

Atualmente, o SerasaJud já funciona no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro com 100% de trâmites on-line, e o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo já iniciou o sistema em fase-piloto, com alcance entre 17% e 20% das ordens judiciais dessa natureza. De acordo com os representantes da Serasa, todos os trâmites e prazos que funcionam na versão papel serão mantidos com o sistema on-line, com ressalva das operações de citação, que não estão contempladas na aplicação.  

Fonte: CNJ

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Acordo prevê audiências de custódia e adequação do sistema prisional do Maranhão

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Poder Judiciário do Maranhão e o governo do estado assinaram nesta segunda-feira (22/6), em São Luís (MA), um termo de compromisso destinado à reestruturação do sistema carcerário e de execução penal do estado, considerado um dos mais problemáticos do país.

Para o presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, as medidas visam adequar o sistema de execução penal e carcerário aos padrões estabelecidos pela Constituição e por tratados e convenções internacionais de Direitos Humanos. “A audiência de custódia é uma obrigação legal imposta pelo Pacto de San Jose da Costa Rica, mas que não vinha sendo cumprida desde 1992”, afirmou o ministro após a assinatura do termo de compromisso no Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA). 

As medidas previstas no termo de compromisso representam também uma resposta do Estado brasileiro às cobranças de organismos internacionais por providências que impeçam mortes e violações de direitos humanos no sistema penitenciário do estado, principalmente no Complexo de Pedrinhas. Em dezembro de 2013, relatório produzido pelo CNJ apontou a morte de 60 presos dentro do Complexo de Pedrinhas e de outras unidades prisionais do estado.

O documento apontou ainda outras violações dos direitos humanos, como a superlotação e a falta de segurança para detentos e parentes de presos – algumas das quais seriam submetidas a estupros, segundo denúncias de detentos. As mortes e violações aos direitos humanos em Pedrinhas levaram a Organização das Nações Unidas (ONU) e a Organização dos Estados Americanos (OEA) a cobrar do governo brasileiro uma solução para o problema.

O termo assinado nesta segunda-feira traz mais de 20 compromissos assumidos pelo governo maranhense e pelos órgãos do Judiciário para a adequação do sistema prisional do estado. As medidas são direcionadas a três objetivos: a reestruturação do sistema carcerário, o aprimoramento da rotina de execução penal e a consolidação das audiências de custódia no estado, com adequação do programa ao projeto do CNJ.

“Esse convênio significa um esforço de colaboração de várias entidades. Não apenas do CNJ, do TJ-MA, mas também do Ministério da Justiça, do governo do estado, da Defensoria Pública, do Ministério Público e da OAB. Com isso, não apenas resolvemos um aspecto de natureza prática, material, como também damos esperança para aqueles que estão presos”, afirmou o ministro Lewandowski.

Audiência de Custódia

O acordo prevê a adesão dos órgãos locais ao projeto Audiência de Custódia, do CNJ. O estado foi o primeiro a implementar as audiências de custódia no país, em outubro de 2014, mas a iniciativa desenvolvida no estado é diferente do projeto nacional, implementado pelo CNJ em São Paulo e no Espírito Santo.

Uma das principais diferenças entre os dois projetos diz respeito ao chamado “escopo restaurativo”, contido na proposta do CNJ, que prevê a criação ou fortalecimento de centrais integradas de alternativas penais, centrais de monitoramento eletrônico, centrais de serviços e assistência social e câmaras de mediação penal.

Essas centrais serão responsáveis por apresentar ao juiz opções ao encarceramento provisório. Além disso, o projeto do CNJ estabelece prazo máximo de 24 horas para a apresentação do preso em flagrante ao juiz, o que ainda não acontece no Maranhão. “Com as audiências de custódia, o encarceramento provisório no estado vem diminuindo”, afirmou a presidente do TJ-MA, desembargadora Cleonice Silva Freire.

A ideia é que o alinhamento do estado ao projeto nacional resulte na ampliação e no fortalecimento das audiências de custódia no estado, com a criação ou fortalecimento das estruturas voltadas às penas alternativas, implantação do atendimento aos finais de semana e interiorização da iniciativa. Atualmente as audiências são realizadas apenas na Central de Inquéritos de São Luís.

O termo de compromisso estabelece ainda medidas direcionadas à saúde e à reintegração social de egressos do sistema prisional, como a aproximação com as entidades do sistema S (Senai, Senac, Senar, Sesi, etc) para a capacitação e colocação profissional de ex-detentos e a criação de ambientes próprios para oficinas de trabalho, aulas e cursos profissionalizantes nas unidades prisionais.

Infraestrutura

Outro ponto importante do acordo é a conclusão de quatro presídios no interior do estado e um na capital, totalizando um investimento de ao menos R$ 35,6 milhões na criação de 1.134 novas vagas (veja detalhes na tabela abaixo). O governo se compromete ainda a concluir a reforma e ampliação dos presídios dos municípios de Balsas, Pedreiras, Açailândia e Codó, com a criação de outras 564 vagas. As novas vagas servirão para que presos que cumprem pena na capital sejam transferidos para presídios no interior, próximos a sua família.

“Esse termo permitirá avançar ainda mais na modernização do sistema penitenciário maranhense, na medida em que poderemos estruturar melhor o sistema penitenciário, seja com medidas quantitativas, ou seja, mais vagas, seja com medidas qualitativas, uma melhor gestão”, afirmou o governador Flávio Dino, durante a cerimônia de assinatura realizada na sede do governo. Segundo o governador, o número de mortes e fugas no sistema penitenciário maranhense diminuiu 60% nos últimos cinco meses.

A assinatura do termo de compromisso foi realizada em duas etapas. Na primeira, realizada no final da manhã na sede do Tribunal de Justiça do Maranhão, o compromisso foi firmado pelo presidente do CNJ e do STF, ministro Ricardo Lewandowski, pela presidente do TJ-MA, desembargadora Cleonice Silva Freire, pela corregedora-geral de Justiça do estado, desembargadora Nelma Sarney, pela defensora-pública geral do estado, Mariana Albano de Almeida, pelo presidente da seccional Maranhão da Ordem dos Advogados do Brasil, Mário de Andrade Macieira, pelo diretor do Instituto de Defesa do Direito de Defesa, Hugo Leonardo, e pela representante do Ministério Público do Maranhão. A assinatura do termo foi concluída no início da tarde na sede do governo do estado, com a adesão do governador, Flávio Dino.

Fonte: Supremo Tribunal Federal

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Fórum da Comarca de Caxias tem novo diretor

O juiz Paulo Afonso Vieira Gomes é o novo diretor do Fórum de Caxias. O magistrado substitui o também juiz Sidarta Gautama à frente da direção. Na comarca desde 2003, Vieira, que é natural de Codó, é titular da 3ª Vara e presidente da Turma Recursal da comarca. Também exerce a função de diretor do Fórum Eleitoral de Caxias.

A cerimônia de posse do diretor aconteceu na última quarta-feira (22), no Salão do Júri do Fórum, e contou com a participação dos juízes Sidarta Gautama Farias, Paulo de Assis Ribeiro, Antonio Manoel Araújo Veloso, Marcela Santana Lobo e João Pereira Neto, respectivamente titulares da 1ª, 2ª, 4ª e 5ª varas e do Juizado Especial da comarca. O juiz Simeão Pereira e Silva, da comarca de Timon, também se fez presente à cerimônia prestigiada pelos servidores do Poder Judiciário de Caxias.

Comarca - De entrância intermediária, Caxias tem como termos São João do Soter e Aldeias Altas e dista 368 km de São Luís. O Poder Judiciário na comarca funciona na Avenida Norte-Sul, s/n Campo de Belém.

Fonte: TJ/MA

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Juiz Marcelo Baldochi é afastado preliminarmente pelo TJMA

O Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) afastou preliminarmente do cargo, em sessão plenária administrativa nesta quarta-feira (17), o juiz da 4ª Vara Cível da comarca de Imperatriz, Marcelo Testa Baldochi, com a instauração de Procedimento Administrativo Disciplinar (PAD), para apuração de fatos supostamente abusivos e incompatíveis com o exercício da magistratura, ocorridos no dia 6 de dezembro no aeroporto de Imperatriz, quando o magistrado deu voz de prisão a funcionários de uma empresa aérea após não ter conseguido embarcar em voo com destino a Ribeirão Preto (SP). O juiz responde a outras duas sindicâncias para investigação de denúncias.

O desembargador Antonio Fernando Bayma Araújo, que presidiu as investigações da sindicância, verificou indícios graves de infração disciplinar por parte do juiz, principalmente com a determinação imotivada da prisão dos funcionários da empresa aérea, manifestando-se pela instauração do PAD com afastamento preventivo, por entender que a permanência do magistrado no cargo, ante a instalação de um estado de pânico, poderia influenciar e atrapalhar o curso das investigações.

Durante a investigação preliminar, o desembargador Antonio Fernando Bayma Araújo ouviu os funcionários da empresa aérea, o delegado responsável pelo caso e o juiz Marcelo Baldochi.

Ele ressaltou a existência de diversas outras reclamações e representações contra o juiz apresentadas por advogados, membros do Ministério Público e pessoas da comunidade, dando conta de práticas como abuso de poder, usurpação de competência, entre outras.

“Daí a necessidade de medidas urgentes por parte do Tribunal, ante a influência e o poder deliberado do juiz no âmbito da comarca, evidenciado in loco ante os inúmeros depoimentos a esta comissão sindicante”, frisou o desembargador.

Os desembargadores Antonio Guerreiro Júnior e Jorge Rachid votaram contra o afastamento e instauração do PAD, por entenderem que a medida nesse momento representaria cerceamento de defesa.

Fonte: TJ/MA

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Recesso forense na Justiça Estadual do Maranhão será de 20 de dezembro a 20 de janeiro

No período de 20 de dezembro de 2014 a 20 de janeiro de 2015, não haverá sessões de julgamento ou audiências no Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), câmaras cíveis e criminais  (isoladas e reunidas), varas e juizados das comarcas do Estado. Também serão suspensos os prazos processuais e publicações de acórdãos, sentenças, decisões e intimações de partes e advogados de processos físicos e virtuais, em primeira e segunda instâncias.

O recesso está previsto no Regimento Interno do TJMA (artigo 277), no período anual de 20 de dezembro a 6 de janeiro. Porém, decisão aprovada pelo Pleno do TJ (Resolução nº 32/2013) estende o período até 20 de janeiro, atendendo pedido da seccional da OAB, para que os advogados possam gozar férias das atividades profissionais entre 20 de dezembro e 20 de janeiro de cada ano.

Visando garantir o acesso do cidadão à justiça e atender as demandas urgentes – habeas corpus, mandados de segurança, agravos de instrumento e suspensão de liminares – o Tribunal funcionará em sistema de plantão judicial, nas esferas cível e criminal.

A suspensão dos prazos processuais, sessões e audiências não impede a prática de ato processual de natureza urgente ou necessário à preservação de direitos, nem atinge processos envolvendo réu preso, nos autos vinculados a essa prisão.

Apesar dos prazos, sessões e audiências permanecerem suspensos até o dia 20 de janeiro, haverá expediente normal para todos os magistrados e servidores e regular atendimento ao público a partir do dia 7 de janeiro de 2014.

De 7 de janeiro até o dia 20 de janeiro, todas as unidades jurisdicionais do Maranhão deverão realizar correições gerais ordinárias. A medida visa organizar as unidades, desde o início do ano e, desta forma, garantir uma melhor prestação jurisdicional à sociedade.

PUBLICAÇÔES - A Coordenadoria de Jurisprudência e Publicações do TJMA orienta que no período do recesso forense os usuários do sistema do Diário da Justiça Eletrônico não cadastrem matérias, uma vez que não haverá publicação de acórdãos, sentenças, decisões e intimações de partes e advogados na primeira e segunda instâncias, exceto para os considerados de natureza urgente ou necessário à preservação de direitos.

Fonte: TJ/MA

terça-feira, 25 de novembro de 2014

TJ/MA suspende prazos processuais na primeira instância durante greve

A presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), desembargadora Cleonice Freire, determinou a suspensão dos prazos processuais no âmbito da 1ª instância da Justiça, exceto nos processos que tramitam no sistema de processo judicial eletrônico (PJe), a contar do início da greve dos servidores da Justiça estadual, em 13 de novembro, até o final do movimento.

A Portaria (nº 95/2014), que disciplina a suspensão dos prazos, assegura que as audiências já agendadas serão realizadas normalmente.

No documento, a presidente do TJMA considerou o requerimento da seccional maranhense da OAB, pela suspensão dos prazos processuais.

Fonte: TJ/MA

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Juiz não pode atuar em ações defendidas por escritório de parente

O Conselho Nacional de Justiça vai impedir que juízes atuem em casos defendidos por escritórios de advocacia nos quais seus parentes sejam sócios ou associados. Os conselheiros aprovaram por unanimidade o veto à atuação dos magistrados nos processos, que será regulamentada por norma a ser redigida pela corregedora nacional de Justiça, ministra Nancy Andrighi.

“Os escritórios recebem valores de honorários que são distribuídos no escritório sem qualquer controle, portanto, o benefício é evidente”, declarou o presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Marcus Vinícius Furtado Côelho (foto), ao defender a edição da norma na última terça-feira (18/11).

“Esse é um dos temas que incomodam e desgastam a prestação jurisdicional em todo o país. Necessitamos garantir a paridade de armas no processo. A advocacia de parentes torna inviável a igualdade necessária para a boa aplicação da Justiça”, afirmou Marcus Vinícius na sessão ordinária do CNJ.

Atualmente, o artigo 134 do Código de Processo Civil (CPC) já veda a participação de magistrado em processos quando a parte ou o advogado são seu cônjuge ou parente, consanguíneo ou afim. Segundo Coêlho, no entanto, há casos em que parentes atuam indiretamente por meio de escritórios aos quais estão associados. “Isso acontece muito em nosso país, casos em que o cidadão é sócio do escritório apenas, mas não assina a petição, e seu pai, parente, julga o processo”, frisou.

Para ele, a regulamentação protegeria tanto a magistratura, quanto a advocacia. “É bom para todos”, concluiu. A vice-procuradora-geral da República, Ela Wiecko Volkmer de Castilho, também manifestou o apoio do Ministério Público à proposta. O presidente do CNJ, ministro Ricardo Lewandowski defendeu a necessidade de ato normativo para coibir esse tipo de procedimento “que é extremamente nefasto”.

O debate sobre a participação de juízes em julgamentos envolvendo escritórios de advocacia ligados a parentes foi suscitado durante o julgamento da Reclamação Disciplinar (RD 0002256-52.2014.2.00.0000) que apurou supostos desvios funcionais do atual corregedor-geral de Justiça do Amapá, desembargador Constantino Augusto Tork Brahuna. Ele é acusado de dificultar investigações em processo envolvendo o seu filho, que atua como advogado.   

Fonte: CNJ

TJ/MA inicia implantação do PJE na segunda instância

O Tribunal de Justiça do Maranhão inicia no dia 1º de dezembro a implantação do Processo Judicial Eletrônico (PJE) no âmbito do 2º Grau, nas Câmaras Criminais Reunidas. A partir dessa data as classes processuais revisão criminal; embargos de declaração, infringentes e de nulidade e agravos regimentais terão tramitação judicial, prática de atos processuais e sua representação por meio eletrônico feitos exclusivamente por intermédio do PJe na referida unidade.

Para dar início à implantação, está sendo cumprido calendário de treinamento envolvendo os servidores que atuam nos gabinetes dos desembargadores. Na sequência, a capacitação se estenderá aos magistrados.

O Processo Judicial Eletrônico (PJE) já foi implantado em 22 juizados especiais cíveis e turmas recursais da capital e do interior. De acordo com a Diretoria de Informática e Automação, nos últimos 60 dias foram atingidos 61% da meta de implantação e 89% de treinamento, restando apenas 14 das 36 unidades previstas para serem atendidas até o final de novembro.

Segundo o juiz coordenador geral do comitê de implantação, Roberto Abreu, o total atingido supera a meta de implantação do PJE definida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para os tribunais estaduais, que é de 10% das unidades judiciais de 1º e 2º graus, ainda este ano. “No caso do TJMA, seriam apenas 26 unidades em 2014, mas vamos além, devendo concluir a implantação nos demais órgãos até o final de 2017”, acrescenta.

Em dois meses de implantação, foram abertos 2 mil novos processos eletrônicos nos juizados e registradas mais de 10 mil sem o uso de papel, em portal próprio disponível no painel do usuário do sistema, garantindo maior agilidade no andamento e acompanhamento processual.

A movimentação dos processos por magistrados, servidores e operadores do Direito pela ferramenta eletrônica exige certificação digital, uma espécie de assinatura eletrônica, que deve ser providenciada junto ao Banco do Brasil.

O SISTEMA - O PJE é um sistema desenvolvido para a automação da Justiça a nível nacional coordenado pelo CNJ, sendo atualmente o maior projeto do Poder Judiciário. O sistema PJe é um serviço informatizado de constituição, representação eletrônica, processamento de informações, prática de atos processuais, gestão e tramitação de processos jurisdicionais e administrativos.

Fonte: TJ/MA

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

TJ/MA paga reajuste de 4,3% para servidores do Judiciário

A presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão, desembargadora Cleonice Freire, determinou, na manhã desta segunda-feira (17), à diretoria financeira do TJMA, a implantação, na folha de pagamento do mês de novembro, do reajuste de 4,3% nos vencimentos dos servidores do Poder Judiciário.

Esse percentual, a título de reposição anual das perdas inflacionárias, será concedido aos servidores efetivos, estáveis, comissionados e funções gratificadas do quadro de pessoal do Judiciário.

Em reunião com o diretor-geral do Tribunal, Tribunal, Hebert Leite, a presidente determinou, ainda, que sejam realizados estudos sobre a viabilidade financeira do pagamento retroativo desse mesmo percentual, a partir de 1º de janeiro de 2014, bem como das parcelas vencidas do percentual de 21,7%, concedido por decisão da Corte ao pessoal de nível fundamental e médio.

“O pagamento do reajuste salarial este mês deve-se ao esforço feito pela presidência do Tribunal junto ao Executivo, com o objetivo de obter a liberação de crédito orçamentário para cobrir as despesas com pessoal”, ressaltou a desembargadora Cleonice Freire.

A presidente do TJMA confirmou, ainda, que está garantido o pagamento da Gratificação por Produtividade Judiciária (GPJ) deste ano para os servidores vinculados às unidades judiciais e administrativas que alcançaram as metas de produtividade no trabalho, cujo resultado foi divulgado na última sexta-feira (14).

PROJETO - Em 18 de junho deste ano, o Órgão Especial do TJMA aprovou o projeto de lei que dispõe sobre reajuste de 4,3% nos vencimentos dos cargos efetivos, estáveis e comissionados e funções gratificadas do quadro de pessoal do Poder Judiciário, com efeitos financeiros retroativos a 1º de janeiro de 2014.

Relatora do processo, a presidente do TJMA, desembargadora Cleonice Freire, votou pela aprovação do reajuste e disse que “a recomposição das perdas inflacionárias da remuneração dos servidores públicos – a chamada de revisão anual –, é um direito do servidor, previsto na Constituição Federal”.

Fonte: TJ/MA

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Servidores do TJ/MA retomam greve por tempo indeterminado

Os servidores do Judiciário maranhense durante Assembléia Geral Extraordinária da categoria, realizada neste sábado (08/11) na Associação Comercial do Maranhão, decidiram retomar a GREVE GERAL da categoria.

Em todas as comarcas do Estado e por tempo indeterminado, a partir da próxima quinta-feira (13/11), em protesto contra o não pagamento pelo Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão (TJMA) dos retroativos judiciais dos 21,7%.

O movimento paredista reivindica também o cumprimento da lei das perdas inflacionárias de 4.3% na folha de salários de novembro, com seus respectivos retroativos, além da fixação do dia 01º de Janeiro como Data Base para a revisão anual dos vencimentos e demais vantagens da categoria, condições dignas de trabalho na Justiça maranhense, fim do Assédio Moral e critérios isonômicos para a concessão do auxílio alimentação de servidores e magistrados.  

Fonte: Portal Sindjus

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Advogado representa no CNJ Juiz da 2ª Vara de Caxias por morosidade processual

O Advogado Caxiense  Doutor Adenilson Dias de Souza representou no Conselho Nacional  de Justiça o Doutor Paulo de Assis Ribeiro, Juiz de Direito da 2ª Vara da Comarca de Caxias .

O motivo, foi em razão da morosidade processual referente aos processos nº: 1262/2011; 2690/2012; 4702/2012; 1128/2013; 3870/2013; 1528/2013 e 2041/2013 que tramitam naquele Juízo.

No recebimento da representação, a Ministra Nancy Andrighi Corregedora Nacional constatou que os documentos juntados a representação configuram a existência de possíveis indícios de morosidade processual.

Em seguida a Magistrada determinou a remessa da cópia dos autos a Corregedoria do Tribunal de Justiça do Maranhão para que adote as providências cabíveis no prazo de 30 (trinta) dias.


 Fonte: Representação no Conselho Nacional de Justiça número 0003815-44.2014.2.00.0000

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Expediente no Judiciário do Maranhão será suspenso a partir das 13h de sexta-feira (3)

O expediente, os prazos processuais e a distribuição dos feitos, em todas as unidades judiciais e administrativas da Justiça estadual do Maranhão serão suspensos, a partir das 13 horas desta sexta-feira (3).

A medida, segundo a Portaria Conjunta nº 032014 - assinada pela vice-presidente, no exercício da presidência do TJMA, desembargadora Anildes Cruz; e a corregedora-geral da Justiça, Nelma Sarney -, considera a necessidade de deslocamentos de magistrados e servidores para as atividades eleitorais em todo o Estado, sem risco de prejuízo ao jurisdicionado.

Fonte: TJ/MA

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

OAB/MA ingressa no CNJ contra Resolução do TJ/MA

A Diretoria da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção Maranhão, ingressou na tarde da última terça-feira, 26, com um Procedimento de Controle Administrativo (PCA) junto ao Conselho Nacional de Justiça contra o ato do Tribunal de Justiça do Estado que referendou a Resolução 018/2014, que restringe o acesso de advogados e jurisdicionados aos fóruns do Maranhão. A norma foi mantida pelo TJ após a sessão administrativa do Órgão Especial do TJ, ocorrida no dia 20 de agosto.

O advogado Gustavo Fonteles, assessor jurídico da OAB/MA e presidente da Comissão de Responsabilidade Social da Advocacia, foi quem protocolou o PCA no CNJ.  O Procedimento foi distribuído sob o número 0005105-94.2014.2.00.0000, ficando designado como Relator do processo o Conselheiro do CNJ, Flavio Portinho Sirangelo, desembargador do TRT da 4ª Região (RS).

Logo após a medida, o presidente da OAB/MA, Mário Macieira, entrou em contato com o presidente da OAB nacional, Marcus Vinicius Furtado Coelho, de quem recebeu a informação segundo a qual ainda nesta quarta-feira, 27, o Conselho Federal deve ingressar no PCA como assistente da OAB/MA.

Em uma das páginas do documento, é dito que “a resolução baixada extrapola o poder normativo outorgado aos tribunais para dispor sobre o funcionamento de seus órgãos. Efetivamente, a proibição do acesso pelos advogados ao interior das unidades jurisdicionais, salvo prévia autorização do magistrado, não é medida que se enquadre na regulamentação “sobre a competência e o funcionamento dos respectivos órgãos jurisdicionais e administrativos”, de que trata o preceito constitucional”. A norma já foi publicada no diário oficial na edição 156/2014.

Ações - Desde sua aprovação pelo TJ/MA, no dia 08 de agosto desse ano, a Resolução 018, foi matéria de repúdio por parte da Seccional Maranhense que fez manifestações contundentes contra a  mesma em Nota Oficial publicada no dia 09/08. No dia 11, Dia do Advogado, antes da abertura oficial da sétima edição da Conferência Estadual dos Advogados, o presidente Nacional da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coelho, concedeu entrevista à imprensa local criticando a norma baixada pelo TJ/MA.

Na sessão administrativa do Órgão Especial do TJ/MA do dia 20/08, logo após os desembargadores votarem, em sua maioria, pelo referendo da Resolução 018, o presidente da OAB/MA, Mário Macieira, comunicou que a entidade recorreria ao Conselho Nacional de Justiça contra a norma, ação aprovada por unanimidade pelos Conselheiros Seccionais durante sessão do dia 21/08.

Fonte: OAB/MA

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Inscrições abertas de seletivo para secretário judicial em Caxias

A juíza Marcela Lobo, titular da 5ª Vara da Comarca de Caxias, informa que estão abertas partir desta segunda-feira, 25 de agosto, as inscrições para a seleção visando ao preenchimento da vaga de secretário judicial da unidade. 

A jornada de trabalho do secretário judicial é de 40 horas semanais, não incluídas o período relativo ao Plantão Judicial e atividades a que o juiz esteja obrigado. A remuneração atual mensal corresponde ao vencimento básico é de R$ 6.025,37, mais benefícios, segundo informações do edital.

De acordo com o edital divulgado pela juíza, compete ao secretário judicial a gestão dos trabalhos administrativos e jurisdicionais da Secretaria Judicial, consoante estabelecido nas leis, no Código de Normas da Corregedoria do Maranhão e nas determinações do juiz titular da unidade, no que não contrariar os imperativos legais. Sobre a seleção, as provas e publicação de resultados são de responsabilidade da juíza titular da 5ª Vara da comarca de Caxias, obedecendo-se as regras estabelecidas no edital.

A inscrição é gratuita e pode ser realizada exclusivamente mediante a entrega de currículos e documentos, na Secretaria Judicial da 5ª Vara, no período de 25 de agosto de 2014 a 12 de setembro de 2014, das 08h30 ao meio-dia. Serão aceitas apenas inscrições presenciais, recebendo o candidato, no ato de inscrição, cópia do documento de conferência/ficha de inscrição, devendo, ainda, assinar a lista de entrega dos documentos.

Além do currículo, precisa apresentar no ato da inscrição o formulário constante no edital, devidamente preenchido, a cópia da Carteira de Identidade e do CPF ou Carteira Nacional de Habilitação, cópia do Diploma de conclusão de curso superior reconhecido pelo MEC ou, na sua falta, certidão da Instituição de Ensino Superior atestando que o candidato tenha finalizado o curso e colado grau, cópia dos certificados dos cursos declarados, cópia do histórico de rendimento escolar, declaração de concordância do chefe imediato, para servidores concursados, e foto 3x4.

Os candidatos que necessitarem de condições especiais para a realização de provas, portadores de necessidades especiais ou não, deverão solicitar, através de requerimento formal no ato de inscrição, as condições especiais que necessitam, instruindo o seu requerimento com atestado de médico especialista descrevendo a espécie e o grau ou nível da necessidade e ou enfermidade, com expressa referência ao código correspondente da Classificação Internacional de Doença - CID, bem como a provável causa da deficiência, devendo, ainda conter o nome, assinatura e CRM do médico que forneceu o atestado.

A seleção consistirá em três etapas: Análise curricular e análise do histórico de rendimento escolar; Prova escrita; e a entrevista, todas em conformidade com o cronograma que integra o ANEXO II, em que serão avaliados os conhecimentos e/ou habilidades técnicas dos candidatos para o exercício do cargo de Secretário Judicial. No ato de apresentação em todas as etapas o candidato deverá apresentar original de seu documento de identificação civil, Carteira Nacional de Habilitação ou outro documento oficial com foto.

Todas as etapas da seleção se realizarão no Fórum da comarca de Caxias, localizado na Av. Norte-Sul, s/n, Campo de Belém CEP 65608-005, ou, em caso de impossibilidade, em local a ser indicado quando da publicação da convocação. Mais informações pelo telefone (99) 3422-6783 (secretaria judicial), da 5ª Vara de Caxias.

Fonte: TJ/MA

domingo, 17 de agosto de 2014

TJ/MA disponibiliza certidões de indisponibilidade do sistema PROJUDI

A Diretoria de Informática informa que, durante os períodos de instabilidade ou nas paradas programadas do sistema PROJUDI, emitirá certidões sobre o assunto, no site do Tribunal, no link “Sistemas - Certidões de indisponibilidade de sistemas”.


Fonte: TJ/MA

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Lewandowski é eleito presidente do STF

O ministro Ricardo Lewandowski foi eleito nesta quarta-feira (13) presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), no lugar de Joaquim Barbosa, que se aposentou no final de julho.
"Estou extremamente sensibilizado. (...) Comprometo-me o a honrar as tradições mais do que seculares do Supremo Tribunal Federal", disse Lewandowski, que já estava como interino desde o começo deste mês. A vice-presidente do Supremo será a ministra Cármen Lúcia. "Prometo ser uma vice mineira, quase invisível", declarou.

O mandato será de dois anos. Ainda não há previsão para a data da posse.

O resultado já era esperado porque a votação é uma mera formalidade uma vez que, tradicionalmente, o plenário elege o magistrado com maior tempo de Casa que ainda não foi presidente. O objetivo é que os magistrados se alternem no comando da Corte.

Como de costume, cada ministro escreveu o seu voto em um papel e o mais novo na Corte, no caso o ministro Luís Roberto Barroso, anunciou o placar.

Aos 66 anos, Lewandowski é ministro do Supremo há oito anos, chegando à Corte por indicação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Fonte: UOL Notícias