O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) disponibiliza a partir desta
sexta-feira (17/6) o aplicativo Navegador PJe, uma versão customizada do
navegador Mozilla Firefox, desenvolvida especificamente para uso do PJe
instalado nos tribunais de todo o país e no CNJ. O objetivo é tornar
mais fácil a utilização do sistema pelo usuário que não possui profundos
conhecimentos em Tecnologia da Informação.
Por ser uma ferramenta pré-configurada, o usuário do Navegador PJe
não precisará checar as versões de programas, plug-ins e outros
softwares instalados em seu computador, pois o aplicativo incluirá
sempre todos os pré-requisitos para acesso ao sistema. Anteriormente, ao
acessar o PJe, muitas vezes era necessário que o usuário fizesse
atualizações ou alterasse as configurações em seu computador.
“A vantagem do Navegador PJe é que ele já vem preparado para o uso do
sistema”, afirma o juiz auxiliar da Presidência e gestor de Projetos de
Informática do CNJ, Bráulio Gusmão. “Hoje é preciso que o usuário
esteja atento à atualização do Java do navegador, à configuração do
navegador e a outros detalhes que acabam exigindo conhecimentos que às
vezes o usuário não tem. Além disso, são detalhes que às vezes tomam
tempo do usuário”, explica.
As atualizações do navegador, segundo o gestor de Projetos de
Informática do CNJ, serão feitas de forma automática. “Customizamos o
aplicativo para usar o PJe e, a partir dele, o usuário poderá ir a
qualquer PJe no Brasil de forma fácil e rápida”, diz o juiz Bráulio
Gusmão.
A novidade foi bem recebida pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
“Estimo que cerca de 60% das dificuldades enfrentadas pelos advogados
decorrem das diferenças de configuração entre o equipamento utilizado e o
que é requerido pelo sistema. Com um navegador que se destina
exclusivamente ao uso do PJe, as demais configurações do computador dos
advogados ficam preservadas, sem que isso influencie no uso do PJe”,
explica Frederico Preuss Duarte, presidente da Comissão Especial de
Direito da Tecnologia da Informação do Conselho Federal da OAB.
Clique aqui para baixar o Navegador PJe.
Fonte: CNJ